Revista Potência – Keppe Motor: Tecnologia de Motores Ressonantes

KEPPE MOTOR é o nome da mais inovadora tecnologia de motores eletromagnéticos, baseada no princípio de ressonância eletromagneto-mecânica. Tecnicamente, pode ser classificado pelas suas três principais configurações, RC Motor (Motor de Corrente Ressonante), BLRC Motor (Motor Brushless de Corrente Ressonante) ou BLCLRC Motor (Motor Brushless sem Núcleo Ferromagnético de Corrente Ressonante).

Artigo publicado na Revista Potência, Ano XXI, nº 242, Fev. 2026, p. 72 – 78

Introdução

KEPPE MOTOR é o nome da mais inovadora tecnologia de motores eletromagnéticos, baseada no princípio de ressonância eletromagneto-mecânica. Tecnicamente, pode ser classificado pelas suas três principais configurações, RC Motor (Motor de Corrente Ressonante), BLRC Motor (Motor Brushless de Corrente Ressonante) ou BLCLRC Motor (Motor Brushless sem Núcleo Ferromagnético de Corrente Ressonante). Esta tecnologia funciona pelo princípio da corrente ressonante (CR) e, por isso, constitui uma terceira classe de motores elétricos, ao lado dos motores de corrente alternada (CA) e corrente contínua (CC), o que propicia novas configurações de rotores e bobinas estatoras, que trazem vantagens sobre estas tecnologias vigentes.

 

I – Keppe Motor: seu início, finalidade e inovação:

O KEPPE MOTOR é um projeto da Associação STOP a Destruição do Mundo, fundada em 1992, Paris, pela cientista, psicanalista e historiadora Dra. Cláudia Bernhardt de Souza Pacheco. O objetivo principal da STOP é a difusão das descobertas do cientista Norberto R. Keppe no campo da psicossociopatologia, promovendo ações de benefício pessoal e social, ao oferecer soluções práticas para ajudar a desacelerar o ritmo de degradação psicossocioecológica do nosso planeta.

Este projeto do KEPPE MOTOR foi concebido no Brasil, em fevereiro de 2008, como consequência da investigação científica de três pesquisadores brasileiros, Carlos Cesar Soós, Roberto Heitor Frascari e Alexandre Frascari, com base nas teses de metafísica da ciência expostas no livro “A Nova Física da Metafísica Desinvertida”, de autoria de Norberto R. Keppe, de quem o motor retira seu nome.

Em 2017, a Dra. Cláudia Pacheco fundou a FATRI – Faculdade Trilógica Keppe & Pacheco, que passou a gerenciar o desenvolvimento desta tecnologia em seus laboratórios. Desde a sua concepção, os Motores RC vêm sendo desenvolvidos e, hoje, contam com desenhos inovadores e controles eletrônicos exclusivos, todos amplamente testados em laboratório e prontos para serem incorporados à indústria e substituir motores elétricos de diversas aplicações, com potências até 1,5CV.

 

II – Medições independentes, patentes e premiações do Keppe motor:KEPPE MOTOR VENTILADOR E PREMIO HKEIA

O KEPPE MOTOR tem duas patentes concedidas no Brasil, sendo uma de invenção e outra na categoria de “patente verde”. Possui, também, patente internacional em mais 4 países: EUA, Rússia, China e México.

Como tecnologia, o KEPPE MOTOR já foi medido de forma independente em vários laboratórios de motores elétricos, dentre eles alguns dos mais prestigiados do mundo, como o PTB (Instituto
Nacional de Metrologia da República Federal da Alemanha) e o VTT (Centro de Pesquisas Tecnológicas da Finlândia). Como produto industrializado, o INMETRO certificou, em 2014, três modelos do ventilador de teto bivolt automático “UNIVERSE”, embarcando tecnologia KEPPE MOTOR, os quais se comprovaram os mais eficientes do Brasil, de uma lista de 556 modelos de tecnologia convencional CA e CC.

Em 2015, o KEPPE MOTOR recebeu duas premiações, Gold (Ouro) e Grand (Máxima), na maior feira tecnológica do mundo, a Hong Kong Electronics Fair – Autumn Edition 2015, organizada pela Associação da Indústria Eletrônica de Hong Kong (HKEIA) e pelo Conselho de Desenvolvimento de Comércio de Hong Kong (HK-TDC).

A comissão técnica julgadora era constituída por especialistas da área industrial e professores de instituições de tecnologia, os quais presenciaram as medições comparativas de potência consumida entre três ventiladores de parede idênticos de alta vazão (85m3/min), com hélice metálica de 65cm de diâmetro. Dois deles eram acionados por motores de tecnologia convencional: o primeiro, por um motor monofásico de indução CA, e o segundo, por um BLDC (CC de comutação eletrônica). Na comparação com o KEPPE MOTOR, obteve-se o seguinte resultado para a máxima velocidade de 1.400 rpm da hélice: Motor CA consumindo 150W, motor brushless (BLDC) consumindo 85W e o KEPPE MOTOR consumindo 68W. As medições de entrada foram realizadas com um watímetro digital Yokogawa, mod. WT 110, com escalas de tensão e corrente ajustadas para 300V/2A. As medições de saída foram garantidas idênticas pelo uso da mesma carga (hélice metálica de 65cm) na velocidade fixa de 1.400 rpm.

Os resultados citados na página anterior permitem elaborar a seguinte tabela comparativa:

Vale ressaltar que o motor monofásico de indução é praticamente o único tipo utilizado para esta aplicação, sendo inexpressiva a quantidade de motores Brushless competindo no mercado (menos de 1%).

Os resultados da tabela acima tornam evidente a enorme economia de energia obtida, caso todos os motores de ventiladores oscilantes de 65cm – os quais somam dezenas de milhões de unidades no mundo todo, fossem substituídos por motores com tecnologia Keppe Motor: 55% de economia em relação aos de indução, que são os mais utilizados, e 20% em relação aos Brushless, que correspondem à única alternativa tecnológica de substituição até o momento.

O GOLD AWARD (Prêmio de Ouro) foi concedido na categoria de Eficiência Energética e o GRAND AWARD (Prêmio Máximo) pelo porte da Inovação Tecnológica que, segundo a banca examinadora, constituía um grande avanço na tecnologia de motores com aplicações de abrangência global, não apenas pela substituição de motores elétricos equivalentes nos mais diversos produtos, mas também pela viabilização de novos produtos, onde somente os de combustão satisfazem as necessidades da aplicação.

III – Princípio de funcionamento do Keppe motor

A tese fundamental do livro de Norberto Keppe, que inspirou o motor, “A Nova Física da Metafísica Desinvertida”, é a de que “a matéria vem da energia” e não ao contrário, como propõe a Física, “energia vindo da matéria”. Sendo assim, os engenheiros da STOP desenvolveram o Keppe Motor com a ideia de que os ímãs permanentes não são produtores de magnetismo, mas transformadores (transdutores) de energia do vácuo em energia magnética sensível. Em outras palavras, o ímã constituiria um sistema aberto com o ambiente e não fechado, como se estuda em física.

Com este raciocínio na base, o princípio de funcionamento do KEPPE MOTOR procura utilizar a ressonância eletromagneto-mecânica para otimizar sua eficiência, uma vez que, em Física, sabe-se que todo sistema oscilatório em ressonância tem eficiência máxima. O trabalho dos engenheiros foi o de transportar esta lei física, válida para um sistema oscilatório, para um sistema rotativo, onde a interação sincronizada entre 1) a construção e o colapso do campo magnético em uma bobina e 2) a alternância dos polos Norte e Sul de um ou mais ímãs permanentes em rotação, atingem seu regime de trabalho com máxima eficiência no ponto de ressonância.

O KEPPE MOTOR pode ser construído nas mais variadas configurações: rotores internos e externos, com fluxo radial, axial ou misto, estator com ou sem ferro-silício, estator com ou sem campo magnético confinado, mono, bimono ou trimono, com ou sem escovas, multipolar, matricial etc.[11]

Para melhor entender seu princípio de funcionamento, podemos imaginar um balanço de jardim (pêndulo gravitacional) que atinge a máxima amplitude no ponto de ressonância, correspondente ao ponto de mínimo esforço para movê-lo (ponto de menor consumo). Neste sentido, quando o ponto de ressonância é atingido pela sincronização de movimentos complementares de ida e volta, a eficiência é maximizada e, de forma análoga a este sistema pendular, num sistema rotativo, essa ressonância se dá por sucessivas injeções e interrupções de energia nas bobinas, de modo que o tempo de construção e colapso do campo magnético delas entra em ressonância com a alternância dos polos magnéticos do rotor.

Para que este estado de ressonância ocorra, o motor precisa trabalhar com impulsos de energia disparados de maneira precisa, através de um controle eletrônico (ou mecânico) que permita os aspectos complementares, motor e gerador, interagirem na frequência correta. Neste ponto ótimo temos o melhor aproveitamento das forças eletromotriz e contraeletromotriz a favor do movimento da carga.

Para que isso seja possível, o KEPPE MOTOR se beneficia de um sistema exclusivo de retroalimentação, denominado STEM (Sistema Turbo EletroMagnético), que reverte parte da força contraeletromotriz em força eletromotriz, daí sua elevada eficiência.

Como consequência deste princípio, houve o natural desenvolvimento de um motor com características exclusivas, que lhe permitiu trabalhar sem as perdas características do uso de núcleos de ferro-silício, especificamente as correntes de Foucault e histerese, as quais representam entre 15 e 25% das perdas totais de um motor elétrico[2]. Este fator contribuiu mais ainda para o aumento da eficiência do KEPPE MOTOR. Assim, nesta configuração específica sem núcleo ferromagnético, a força mecânica do motor
deixa de ser transmitida pelo entreferro e passa a ser função de uma faixa de campo magnético confinado e rotativo, que envolve os polos das bobinas como um todo, de forma a fechar o circuito magnético e não desperdiçar o campo eletromagnético das mesmas.

Estas características construtivas e de funcionamento levaram ao desenvolvimento de uma tecnologia inovadora de bobinas polifásicas defasadas que tornaram a potência específica (relação entre a potência de saída e o peso/volume do motor) do KEPPE MOTOR ainda melhor e ideal para produtos automotivos e/ ou aplicações onde o peso é fator crítico no produto, como aeromodelos, drones e motores secundários no setor da aviação como um todo.

 

IV – Algumas vantagens da tecnologia Keppe motor

1. Inovação 100% brasileira;
2. Maior eficiência (89,1% para 1CV) [3];
3. Motor muito fácil de ser produzido;
4. Excelente relação custo/benefício;
5. Excelente potência específica (relação potência/peso): é um motor mais leve;
6. Sistema de controle de velocidade simples e de baixo custo (dispensa uso de inversores de frequência para partida e controle de velocidades);
7. Mais durável (trabalha próximo à temperatura ambiente – aquece 7,2°C a 100% da carga nominal (1CV) após 1h de trabalho, em temperatura ambiente de 22°C [3]);
8. Ideal para uso com placas fotovoltaicas, aerogeradores e demais sistemas autônomos de energia (minirredes CA e CC) – pode dispensar uso de inversores CC/CA;
9. Excelente Fator de Trabalho: eficiência praticamente constante ao longo de toda a faixa de trabalho;
10. Standby mínimo – excelente para regimes de trabalho intermitente;
11. Potência de partida mínima proporcional ao torque de partida;
12. Uso reverso como gerador de alta eficiência.

 

V – Impactos da aplicação do Keppe motor em larga escala

Segundo publicação recente, datada de 19 de dezembro de 2025, da Agência Internacional de Energia (IEA-International Energy Agency), em 2023, os motores elétricos e seus sistemas de controle
foram responsáveis por 53% do consumo global de eletricidade, sendo 72% na indústria, 36% nos edifícios, 87% na agricultura e 86% no setor de transportes [12]. Diante destes números estarrecedores, inúmeros países reconhecem a importância crucial de aumentar a eficiência dos motores elétricos. O Ministério da Indústria e Tecnologia de Informação da República Popular da China salienta que se os motores elétricos tiverem sua eficiência aumentada de 5 a 8%, cerca de 130-230 bilhões de kWh poderiam ser economizados, o que equivale de 2 a 3 vezes a produção anual da usina hidrelétrica de Três Gargantas.

O ganho de eficiência na substituição de um motor elétrico convencional pelo KEPPE MOTOR depende muito da aplicação, a qual pode utilizar diferentes tecnologias de motor. Se falarmos, por
exemplo, em ventilação doméstica, estaremos nos referindo a motores de indução monofásicos; em máquinas industriais, aos de indução trifásicos; liquidificadores e aspiradores de pó, aos motores CA universais e assim por diante. Essas tecnologias têm eficiências máximas bastante diferentes, podendo variar de 20% a pouco mais de 90%. As eficiências típicas de um KEPPE MOTOR até 1CV vão de 60 a 90%, conforme a aplicação. Tomemos, como exemplo, um caso real: os ventiladores de teto domésticos, em cuja categoria o KEPPE MOTOR já possui três modelos devidamente medidos e certificados pelo INMETRO.

Esses ventiladores são predominantemente movidos por motores de indução monofásicos que, normalmente, têm entre 30 e 40% de eficiência. Como este produto é de baixa rotação (as pás giram entre 300 e 500 rpm na máxima velocidade), sua eficiência é ainda menor por limitações da própria tecnologia empregada, situando-se na faixa entre 10 e 25%.

O ventilador de teto KEPPE MOTOR modelo UNIVERSE foi certificado com consumo de apenas 24,6W na velocidade máxima, 9,5W na média e 3,2W na mínima[6]. Isso dá um consumo médio de energia de 12,4Wh (12,4 Watts ao longo de 1 hora de uso). Considerando na mesma tabela do INMETRO[6] o consumo  médio de 101,6Wh apresentado por um ventilador convencional de vazão semelhante da marca “X”, podemos fazer a seguinte comparação: a economia de energia obtida pelo uso do KEPPE MOTOR UNIVERSE em relação ao convencional da marca “X” seria, em média, de (101,6-12,4)Wh = 89,2Wh.

O mercado brasileiro absorve cerca de 3 milhões de ventiladores de teto por ano, entre novas demandas e reposições. Tomemos por base um regime de trabalho de 8 horas/dia, 30 dias/mês[7]. Como os dados de uso sazonal destes ventiladores no Brasil, ao longo do ano, são inexistentes, seremos bastante conservadores, e consideraremos para cada ventilador instalado um uso de apenas 3 meses ao ano (apenas no verão). Assim, a economia gerada pelo KEPPE MOTOR seria de 3.000.000 ventiladores x 89,2Wh x 8h x 90 dias = 192.672.000.000 Wh/verão ≈ 193 GWh/verão. Aplicando nossa condição de que cada ventilador fica desligado durante os 9 meses restantes do ano, teríamos, por baixo, uma economia de 193 GWh/ano ou 16,1 GWh/mês.

Sabendo que as 20 turbinas de ITAIPU produziram cerca de 67.088 GWh no ano de 2024[8], isso significa aproximadamente 280 GWh/mês por turbina. Disso decorre uma economia de 16,1/280 = 5,75% de uma turbina de ITAIPU. Vale ressaltar que esse resultado se refere apenas à economia gerada por ventiladores de teto KEPPE MOTOR funcionando no verão e desligados o resto do ano para manter a estatística conservadora.

Uma outra forma de avaliar o benefício do uso desta tecnologia é compará-lo com a economia proporcionada pela substituição das lâmpadas de rua de vapor de mercúrio pelas luminárias LED, que são 20% mais econômicas. Segundo o prof. Dr. José Roberto Moreira, no Brasil há cerca de 10 milhões de pontos de iluminação pública que consomem 100W cada, utilizando lâmpadas de vapor de mercúrio. Considerando 12 horas de uso por dia, 30 dias por mês, temos uma economia mensal por substituição de luminárias LED de 20W X 12 h X 30dias x 10.000.000=2.4 GWh/dia ou 72 GWh/mês. Deste modo, a economia gerada pelo KEPPE MOTOR, somente em ventiladores de teto, equivale a 16,1/72 = 22,4% de toda a economia gerada na iluminação pública com o uso dos LEDs.

Os exemplos acima revelam que a tecnologia de motores elétricos ressonantes KEPPE MOTOR é comparável à tecnologia LED aplicada à iluminação, o que sugere um futuro muito promissor. Desta forma, os Motores RC poderão trazer a alta eficiência encontrada apenas nos motores industriais trifásicos de alta potência para o setor eletrodoméstico, que é o menos eficiente por ser modestamente alimentado por sistemas monofásicos.

Por fim, vale comentar que há uma perda média total de 15%[9] nas linhas de transmissão de energia no Brasil, de forma que o país poderá se beneficiar de 15W extras para cada 100W economizados pelo uso do KEPPE MOTOR, um bônus certamente atraente para o governo brasileiro, uma vez que economizar energia é muito mais barato do que gerar mais energia.

 

VI – Referências

[1] KEPPE, N. R., SOÓS, C.C. e FRASCARI, R., MOTOR ELETROMAGNÉTICO E EQUIPAMENTO GERADOR DE TORQUE DE TRABALHO, Patente de Invenção no PI 0802090-6, depositado em 23 de maio
de 2008.
[2] Yamachita, R. A., Determinação de perdas e rendimento em motores elétricos empregando termografia infravermelha, tese de pós-graduação em Engenharia Elétrica, Universidade de Itajubá, 2013.
[3] Advanced Energy, KEPPE MOTOR TESTING REPORT, US, May 21st, 2016.
[4] NARROL, M.; STIVER, W.; Quantitative Thermography for Electric Motor Efficiency Diagnosis. University of Guelph, 2008
[5] BORTONI, E. C.; HADDAD, J.; YAMACHITA, R. A.; ET ALLI.; Conservação de Energia: Eficiência Energética de Equipamentos e Instalações. Fupai, Unifei, PROCEL/Eletrobras, 2006.
[6] www.inmetro.gov.br/consumidor/pbe/ventiladores_de_teto_127v.pdf
[7] www.rc.unesp.br/comsupervig/tabela_consumo.pdf
[8] https://folhadolitoral.com.br/en/editorias/servicos/usina-de-itaipu-fecha-2024-com-producao-de-67-milhoes-de-mwh-e-presenca-no-guinness-book/
[9] www.maxwell.vrac.puc-rio.br/7629/7629_3.PDF
[10] SOÓS, C.C., Conceitos Básicos da Nova Física Keppeana, Ed. PROTON, São Paulo – SP, 1ª ed., 2021
[11] SOÓS, C.C., KEPPEMOTOR – Motores de Corrente Ressonante, Ed. PROTON, São Paulo – SP, 1ª ed., 2025
[12] https://www.iea-4e.org/emsa/publications/policy-brief-electric-motor-systems-why-are-they-important/

CARLOS CESAR SOÓS ENGENHEIRO-CIENTISTA DE P&D DO KEPPE MOTOR

Edição disponível online em: https://revistapotencia.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Potencia-Ed.242-WEB.pdf

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Sobre o Keppe Motor

O Keppe Motor é um motor altamente eficiente, desenvolvido em 2008 pelos cientistas Cesar Soós, Roberto e Alexandre Frascari, que utiliza o princípio de ressonância para otimização de sua eficiência, funcionando com “corrente ressonante” (CR). Por essa razão, abre uma nova ramificação na classificação de motores elétricos, os quais geralmente são divididos em motores de corrente alternada (CA) e motores de corrente contínua (CC), havendo os universais que se enquadram nas duas categorias.

Recebe este nome porque foi desenvolvido segundo princípios inovadores que surgiram da pesquisa do cientista Norberto Keppe sobre a física, e expostos em sua obra A Nova Física da Metafísica Desinvertida, escrita em 1996, na França.